Movendo-se pelo mundo como católico

Brasão

Quando o chamado sem nome começou a ecoar em nossos corações começamos a pedir a graça do Espirito Santo para compreender o quê o Senhor queria de nós. O Senhor não nos deixou sem resposta, mas foi e ainda está construindo essa resposta em nós.

Nosso caminho de descoberta começa diante da Trindade Santa, contemplamos Deus Pai criador de toda a vida, nas mãos Dele entregamo-nos e confiamo-nos, inspirados em Noé (Gn 8) adotamos a pompa em nosso brasão símbolo da nossa confiança de que a nossa vida a Ele pertence.

Contemplamos Deus Filho, nosso único Senhor e Salvador, que redimiu o mundo ao aceitar o Cálice que o Pai lhe confiou (Lc 22), assim adotamos o cálice em nosso brasão símbolo da fonte da nossa salvação.

Contemplamos o Espírito Santo, pelo qual clamamos para compreender os desígnios de nosso Senhor, o Espírito Santo que veio em línguas de fogo sobre os apóstolos em Pentecostes (At 2), assim adotamos a língua de fogo em nosso brasão.

Na inseparabilidade da Santíssima Trindade, buscamos a intimidade com Cristo na comunhão, como Ele nos pediu (Lc 22) e por isso adotamos a eucaristia em nosso bração, presença viva de Deus Filho. 

A verdadeira intimidade com Jesus nos transforma das mais variadas maneiras e nosso caminho de transformação junto a Ele fez nascer o que chamamos de oração sem nome. Uma súplica que traduz o nosso desejo de transformação, que buscamos sustentar na Justiça, na Palavra, na Cura, na Criação, no Louvor, no Amor e na Misericórdia, dádivas que buscamos na intimidade com Jesus, sendo assim adotamos a inicial de cada uma dessas palavras como pilares que buscamos edificar no nosso caminho. 

E assim buscamos viver, como instrumentos sem nome, como o SN que se une a Trindade no centro do brasão, por acreditarmos que ser um instrumento nas mãos de Deus foi, é e sempre será uma dádiva nas nossas vidas.

Este é o brasão sem nome, não um símbolo de superstição a ser carregado de um lado para o outro, mas um sinal que nos lembra que sem Deus não somos nada, mas nas mãos Dele podemos ser instrumentos.

Por isto suplicamos, recebe Senhor o nosso nada para que …

“Por onde andarmos que a justiça nos guie. Para que quando falarmos, a verdade saia de dentro de nós. Diante do sofrimento que sejamos alento e nas dificuldades criemos algo que agrade a Ti. Para a qualquer momento elevarmos Teu Nome e assim partilharmos o amor que nos move a sermos ferramentas confiantes da Tua misericórdia”.

Percebam Deus nos pequenos detalhes.

Graça, Paz e Misericórdia.